Hilton (Milton) Soares da Silva (Parte I)

Postado em set 20, 2017 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

Em 1963, Hilton (Milton) Soares da Silva morava com a família em um sítio próximo ao morro do Marumbi, caminho para a cidade de Ivaiporã. Ele conta que seu pai, pioneiro que chegou à região nos anos 1930, deu nome à Serra do Cadeado, pela dificuldade de realizar a sua travessia, à época feita a pé ou com a ajuda de animais. Naquele ano, a propriedade onde morava – e as vizinhas – foram atingidas pelo fogo, e Milton, juntamente com a família, lutou para combater as chamas, com a construção de “aceros” e resfriamento do telhado das construções, entre outras medidas. Na primeira parte de seu depoimento, ele conta sobre a chegada à região, a rotina da época e sobre como o fogo chegou ao sítio da família em 1963.

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José (Antonio Morini) Galante

Postado em jul 9, 2017 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

José Antonio Morini ou José Galante, como é conhecido, nasceu em 3 de dezembro de 1952 em Bela Vista do Paraíso. Filho de Gildo Morini e Leonor Fertonani Galante, ele de Ibitinga e ela de Itápolis, tinha 11 anos na época do incêndio. Nessa época já trabalhava com um dos mais conhecidos e importantes fotógrafos pioneiros de Londrina – Augusto Galante. Seu pai era mecânico e tornou-se mateiro no Paraná, quando foi atingido pelo fogo em Inajá, norte novo do Paraná numa fazenda em que era responsável pela derrubada da mata para plantio de café. Emocionado ele conta a história que vitimou seu pai e marcou os destinos de sua família.

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RUBENS DE GOUVEIA

Postado em jun 24, 2016 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

Rubens de Gouveia nasceu em Siqueira Campos e veio para Ibaiti em 1941, indo posteriormente para Figueira. Foi convidado para  jogar no time de futebol das Indústrias Matarazzo na cidade de Jaguariaíva, empresa na qual passaria também a trabalhar, em  dezembro de 1952. O apelido “Pirulito”, que ganhou na época em que trabalhava na Companhia Carbonífera Brasileira, de Figueira, o acompanhou, e é reconhecido como um dos expoentes do time da Matarazzo nos anos 1950 e 1960, organizando diversas competições esportivas na região. Em sua entrevista, concedida em 19/6/2016 na cidade de Arapoti, onde atualmente reside e exerce as funções de juiz conciliador, ele conta sobre como ajudou a combater os incêndios de 1963 nas fazendas das Indústrias Matarazzo da região de Jaguariaíva.

 

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Reynaldo Costa

Postado em set 12, 2015 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

Reynaldo Costa veio de São Sebastião do Paraíso – MG, no final de 1950, para Maringá. Trabalhou como gráfico prestando serviços à Cocamar [fundada em 27/3/1963 como Cooperativa dos Cafeicultores de Maringá] e posteriormente foi trabalhar naquela empresa. Viajava muito no caminhão da empresa gráfica, realizando entregas ou recebendo novas encomendas de serviços por várias regiões do Paraná, onde testemunhou os terríveis incêndios de 1963. Hoje coordena o Acervo da Cooperativa Agroindustrial de Maringá, atual denominação da Cocamar.

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Norberto Alves

Postado em ago 8, 2015 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

Norberto Alves veio de Pão de Açúcar, Alagoas, para São Paulo, em 1958, mas o destino final foi Londrina e o então Distrito de Tamarana, localizado a sul do Município. Lá constituiu família e contou um pouco, sobre a vida na lavoura. Sua  casa, localizada ao lado da “mata dos 10 alqueires” foi descoberta por um vendaval no fogo de 1963. Relembra com precisão, os momentos de apreensão com filho recém nascido e os cuidados com sua esposa, em meados de setembro daquele ano. Seu depoimento foi registrado em 02 de agosto de 2015.
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Luiz Alves Nunes Filho

Postado em jul 23, 2015 em Depoimentos, Destaque, Vídeos | 0 comentários

No dia 13 de janeiro de 1953, Luiz Alves Nunes Filho seguiu para o município de Marumbi, para abrir uma propriedade da família, próxima ao Ribeirão Água dos Patos. O objetivo era o plantio de café. A geada e o fogo foram enfrentados naquele ano. No dia 17 de agosto de 1953, uma queimada realizada em uma área, que se acreditava controlada, reascendeu cinco dias depois em virtude de fortes ventos. Sua esposa Ermelinda, grávida do segundo filho, foi obrigada a jogar água nas paredes da casa de madeira para evitar que as chamas a destruíssem. Dez anos depois, em 1963, aquela área já estava muito modificada e eles, mais preparados para enfrentar os problemas ocorridos. Assista a entrevista, concedida por ele em 12 de julho de 2015.

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